ÓBITOS
Santa Catarina registra mais de 1,4 mil óbitos fetais em dois anos
Estado vê aumento na taxa de natimortos, com destaque para anomalias congênitas como principal causa

Santa Catarina registrou 1.488 óbitos fetais entre 2023 e 2024, conforme dados da Secretaria de Estado da Saúde (SES). Foram 752 casos em 2023 e 736 em 2024, representando uma leve redução de 2,1% no número absoluto de mortes. No entanto, a taxa de natimortalidade aumentou, passando de 10,9 para 11,7 óbitos a cada mil nascimentos, o que indica um crescimento de 7,3% na probabilidade de o feto nascer sem vida ou falecer na primeira semana de vida .
A média de idade das gestantes que sofreram perdas fetais é de 28 anos, com a maioria dos casos ocorrendo por volta da 29ª semana de gestação. As anomalias congênitas lideram as causas dos óbitos, correspondendo a 9,3% dos casos. Essas anomalias são alterações estruturais ou funcionais que ocorrem durante o desenvolvimento fetal e podem ser detectadas ao nascimento ou logo após.
O obstetra Ricardo Maia, que atua na Clínica Santa Helena e na Maternidade Carmela Dutra, enfatiza a importância do pré-natal como ferramenta fundamental para acompanhar o desenvolvimento do bebê, identificar possíveis riscos e garantir a assistência necessária à gestante. Consultas regulares, exames, alimentação saudável e a parceria entre médica e paciente são essenciais para uma gestação segura.Santa Catarina registrou 1.488 óbitos fetais entre 2023 e 2024, conforme dados da Secretaria de Estado da Saúde (SES). Foram 752 casos em 2023 e 736 em 2024, representando uma leve redução de 2,1% no número absoluto de mortes. No entanto, a taxa de natimortalidade aumentou, passando de 10,9 para 11,7 óbitos a cada mil nascimentos, o que indica um crescimento de 7,3% na probabilidade de o feto nascer sem vida ou falecer na primeira semana de vida .
A média de idade das gestantes que sofreram perdas fetais é de 28 anos, com a maioria dos casos ocorrendo por volta da 29ª semana de gestação. As anomalias congênitas lideram as causas dos óbitos, correspondendo a 9,3% dos casos. Essas anomalias são alterações estruturais ou funcionais que ocorrem durante o desenvolvimento fetal e podem ser detectadas ao nascimento ou logo após.
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O obstetra Ricardo Maia, que atua na Clínica Santa Helena e na Maternidade Carmela Dutra, enfatiza a importância do pré-natal como ferramenta fundamental para acompanhar o desenvolvimento do bebê, identificar possíveis riscos e garantir a assistência necessária à gestante. Consultas regulares, exames, alimentação saudável e a parceria entre médica e paciente são essenciais para uma gestação segura.Santa Catarina registrou 1.488 óbitos fetais entre 2023 e 2024, conforme dados da Secretaria de Estado da Saúde (SES). Foram 752 casos em 2023 e 736 em 2024, representando uma leve redução de 2,1% no número absoluto de mortes. No entanto, a taxa de natimortalidade aumentou, passando de 10,9 para 11,7 óbitos a cada mil nascimentos, o que indica um crescimento de 7,3% na probabilidade de o feto nascer sem vida ou falecer na primeira semana de vida .
A média de idade das gestantes que sofreram perdas fetais é de 28 anos, com a maioria dos casos ocorrendo por volta da 29ª semana de gestação. As anomalias congênitas lideram as causas dos óbitos, correspondendo a 9,3% dos casos. Essas anomalias são alterações estruturais ou funcionais que ocorrem durante o desenvolvimento fetal e podem ser detectadas ao nascimento ou logo após.
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O obstetra Ricardo Maia, que atua na Clínica Santa Helena e na Maternidade Carmela Dutra, enfatiza a importância do pré-natal como ferramenta fundamental para acompanhar o desenvolvimento do bebê, identificar possíveis riscos e garantir a assistência necessária à gestante. Consultas regulares, exames, alimentação saudável e a parceria entre médica e paciente são essenciais para uma gestação segura.Santa Catarina registrou 1.488 óbitos fetais entre 2023 e 2024, conforme dados da Secretaria de Estado da Saúde (SES). Foram 752 casos em 2023 e 736 em 2024, representando uma leve redução de 2,1% no número absoluto de mortes. No entanto, a taxa de natimortalidade aumentou, passando de 10,9 para 11,7 óbitos a cada mil nascimentos, o que indica um crescimento de 7,3% na probabilidade de o feto nascer sem vida ou falecer na primeira semana de vida .
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