INCLUSÃO

Rodeio em Gaspar emociona público com prova inclusiva para pessoas com deficiência

Iniciativa no CTG Coração do Vale reuniu famílias, aplausos e momentos marcantes de inclusão

Rodeio em Gaspar emociona público com prova inclusiva para pessoas com deficiência
Foto: Divulgação
Publicado em 27/05/2026 às 12:51

O que era para ser apenas mais uma prova de rodeio acabou se transformando em um dos momentos mais emocionantes do fim de semana em Gaspar, no Vale do Itajaí.

Durante o Laço Inclusão, realizado no CTG Coração do Vale, pessoas com deficiência entraram na arena e mostraram que coragem, superação e oportunidade não têm limites.

A atividade integrou a programação do 2º Internacional e 42º Rodeio Nacional e chamou atenção do público pela emoção e pelo exemplo de inclusão dentro do tradicionalismo gaúcho.

Imagens divulgadas nas redes sociais mostram familiares emocionados, aplausos da plateia e momentos de carinho entre os participantes no centro da arena.

Em uma das cenas mais marcantes, um dos competidores aparece sendo abraçado logo após a tentativa do laço, enquanto o público acompanhava visivelmente emocionado.

A proposta do Laço Inclusão foi abrir espaço dentro da arena — tradicionalmente ocupada por competidores experientes — para pessoas com deficiência, promovendo acolhimento, respeito e participação.

Durante toda a atividade, cada tentativa foi recebida com gritos de incentivo, aplausos e muita torcida por parte do público presente.

A repercussão tomou conta das redes sociais, principalmente entre famílias atípicas que se identificaram com o momento vivido no rodeio.

Uma mãe comentou que situações como essa representam muito mais do que apenas participação em um evento.

“A nossa superação é diária, emocionante e cheia de obstáculos. Mas o amor supera cada um deles”, destacou.

Mais do que uma competição, o Laço Inclusão acabou se tornando um símbolo de pertencimento, mostrando na prática a importância de criar espaços acessíveis e acolhedores para todos.

A iniciativa foi celebrada por organizadores, famílias e pela comunidade tradicionalista, reforçando que inclusão não deve ser apenas discurso, mas uma prática presente em todos os ambientes.