RENÚNCIA
João Rodrigues antecipa renúncia para disputar o governo de Santa Catarina
Renúncia ocorrerá dois dias antes da data inicialmente prevista

O prefeito de Chapecó, João Rodrigues (PSD), decidiu antecipar a renúncia ao cargo para disputar o governo de Santa Catarina nas eleições de 2026. A saída, que inicialmente estava prevista para o dia 23 de março, foi remarcada para o dia 21, um sábado.
O ato oficial ocorrerá às 10h, na sede da Get Church, em Chapecó, e deve reunir lideranças políticas ligadas ao PSD, além de representantes de outros partidos aliados.
Com a saída de Rodrigues, quem assume o comando da prefeitura será o vice-prefeito Valmor Scolari (PSD), que já foi vereador e também atuou como secretário municipal.
Evento político deve reunir aliados
O evento que marcará a renúncia deve contar com a presença de importantes lideranças políticas estaduais e nacionais.
Além do PSD, também são esperados representantes do PP e do União Brasil, partidos que formaram a federação União Progressista.
A movimentação faz parte da articulação política visando as eleições de 2026, nas quais o PSD pretende ter protagonismo tanto em nível estadual quanto nacional.
Projeto político do PSD
A confirmação da renúncia reforça o projeto do PSD para as próximas eleições. A legenda também pretende lançar candidato próprio à Presidência da República.
Entre os nomes cotados dentro do partido estão os governadores Ratinho Júnior (Paraná), Ronaldo Caiado (Goiás) e Eduardo Leite (Rio Grande do Sul).
O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, já afirmou que o partido pretende ter candidatura própria ao Palácio do Planalto, demonstrando que a sigla busca ampliar sua presença no cenário político nacional.
Disputa política em Santa Catarina
Em Santa Catarina, a decisão de João Rodrigues reforça o cenário eleitoral para o governo do estado.
Mesmo com o atual governador Jorginho Mello (PL) aparecendo bem nas pesquisas, o PSD pretende disputar o governo com candidatura própria, garantindo também palanque para o candidato do partido à Presidência.
A estratégia ainda abre espaço para possíveis composições com partidos como MDB, PP e União Brasil, além de outras legendas, visando fortalecer a disputa nas eleições proporcionais.



