AJUDA
Ajude o Isaque: rifa solidária arrecada recursos para tratamento em Curitiba
Menino enfrenta pseudoacondroplasia e precisa de apoio para continuar tratamento

Uma campanha solidária está mobilizando a comunidade para ajudar o pequeno Isaque Emanuel, de apenas 4 anos, que enfrenta uma condição genética rara chamada pseudoacondroplasia. A família está promovendo a rifa “Ajude o Isaque”, com o objetivo de arrecadar R$ 2.000, valor necessário para custear o retorno do menino a uma consulta médica em outro estado.
Isaque está em tratamento em Curitiba, onde já passou por uma cirurgia de correção nas pernas e segue em acompanhamento com especialista em ortopedia. O processo exige deslocamentos frequentes e custos elevados, o que tem motivado a mobilização em busca de apoio.
A rifa solidária oferece números no valor de R$ 10, com três prêmios para os participantes: o primeiro prêmio será de R$ 100 em dinheiro, o segundo de R$ 50 e o terceiro um kit de produtos Natura. O sorteio será realizado assim que todos os números forem vendidos.
A pseudoacondroplasia é uma displasia óssea genética rara, caracterizada principalmente pela baixa estatura desproporcional, membros curtos e problemas articulares que podem surgir ainda na infância. Diferente de outras formas de nanismo, a condição não apresenta alterações faciais típicas, e o diagnóstico costuma ocorrer entre os 2 e 4 anos de idade, fase em que começam a aparecer dificuldades na marcha e no crescimento.
A doença é causada por mutações no gene COMP e pode trazer complicações como frouxidão ligamentar, escoliose, dores articulares e osteoartrite precoce. Em muitos casos, como o de Isaque, são necessárias intervenções cirúrgicas e acompanhamento contínuo para garantir qualidade de vida.
Apesar dos desafios, Isaque segue em tratamento com acompanhamento médico e precisa do apoio da comunidade para dar continuidade ao processo. A iniciativa da rifa surge como uma forma acessível de contribuição, permitindo que mais pessoas possam ajudar.
A família reforça que qualquer apoio faz a diferença e pode contribuir diretamente para que o menino continue seu tratamento e tenha melhores condições de desenvolvimento.





