CRECHE DO TRABALHADOR

Principal entusiasta do projeto, vereador Diogo Pinho cobra agilidade na aprovação do projeto da “Creche do Filho do Trabalhador”

Projeto de Lei 85/2025 propõe estender o horário da Educação Infantil das 4h30 às 23h para atender famílias que trabalham em turnos alternativos

Principal entusiasta do projeto, vereador Diogo Pinho cobra agilidade na aprovação do projeto da “Creche do Filho do Trabalhador”
Foto: Câmara de Vereadores de Indaial
Publicado em 24/06/2025 às 21:51

Durante a sessão legislativa, o vereador Diogo Pinho fez um apelo enfático pela celeridade na tramitação e aprovação do Projeto de Lei nº 85/2025, que propõe a ampliação do horário de atendimento nas unidades de Educação Infantil de Indaial, das 4h30 às 23h. A proposta é conhecida como a “Creche do Filho do Trabalhador”.

Entusiasta e um dos defensores da proposta desde o início da legislatura, Diogo reforçou que o projeto atende diretamente as famílias que mais precisam de apoio — especialmente aquelas em empregos com jornadas irregulares, como costureiras, mecânicos, profissionais da indústria e da saúde.

“Senhor presidente, é de extrema importância que tratemos esse projeto com a agilidade que ele merece. Ele está no plano de governo. Nós fomos até a casa das pessoas e prometemos isso. Agora é hora de tirar do papel e transformar em ação, porque o trabalhador lá na ponta está precisando”, declarou o vereador no plenário.

Diogo também mencionou o diálogo com os membros da Comissão de Justiça e Redação, citando que a vereadora Carol, que saiu mais cedo da sessão, já foi consultada, e que buscaria conversa com o vereador Elton. Ele também dirigiu apelo ao presidente da Câmara e ao vereador Flavio Molinari, reforçando a necessidade de união para que o projeto seja votado já na próxima sessão ou no máximo até a semana seguinte.

O projeto, segundo Diogo, representa um compromisso com a dignidade das famílias que sustentam a cidade com seu trabalho e que muitas vezes não têm onde deixar os filhos fora do horário comercial padrão.

“A filha da costureira, do mecânico, precisa desse amparo. E nós temos condições de oferecer. É hora de priorizar quem mais precisa.”

A proposta segue em análise pelas comissões da Casa Legislativa.