ÁREA AZUL
Vereador Bruno Win destaca necessidade de ajustes na nova Área Azul de Blumenau
Parlamentar defende diálogo com a comunidade, transparência e possíveis mudanças no sistema em pontos que prejudiquem o comércio local

O vereador Bruno Win (NOVO) comentou nesta quinta-feira (29) os avanços da Comissão Temporária que analisa a nova Área Azul em Blumenau. A reunião realizada pela manhã contou com ampla participação da sociedade civil e trouxe à tona temas relevantes envolvendo a implantação do sistema rotativo pago em diversas regiões da cidade.
Participação popular e esclarecimentos técnicos
Segundo o vereador, a presença de entidades e cidadãos, que enviaram perguntas e sugestões à comissão, foi fundamental para o êxito do encontro. Também participaram representantes do Poder Executivo, da empresa gestora da Área Azul, da Secretaria de Mobilidade e Projetos Especiais (SMTT) e da Secretaria de Planejamento Urbano (Seplan), contribuindo com informações técnicas e operacionais.
“A transparência e o envolvimento da população foram os pontos mais importantes dessa reunião. Esse é um tema que afeta diretamente o dia a dia das pessoas, e precisa ser conduzido com responsabilidade”, afirmou Bruno.
Casos como o da Rua Joinville preocupam
Bruno destacou a complexidade da questão, que envolve aspectos legais, tecnológicos e impactos econômicos. Ele citou como exemplo a Rua Joinville, onde comerciantes foram pegos de surpresa pela implantação do novo sistema de estacionamento rotativo. Para o vereador, a falta de comunicação adequada causou transtornos e prejuízos ao comércio.
“Precisamos avaliar caso a caso. Onde houver prejuízo comprovado ao comércio, defendo que sejam feitos ajustes no sistema ou até mesmo a retirada da Área Azul naquele ponto específico”, declarou.
Equilíbrio financeiro do contrato e comunicação
O vereador também chamou atenção para o equilíbrio financeiro do contrato da Área Azul, observando que os valores arrecadados e os custos operacionais estão praticamente equivalentes — o que pode comprometer a sustentabilidade do serviço a longo prazo.
Outro ponto considerado crucial é a melhoria na comunicação com a população. “Não se trata apenas de instalar placas e delimitar vagas. É preciso informar e dialogar com a comunidade antes de qualquer implementação”, concluiu Bruno Win.



