CONTRADIÇÃO
Falou uma coisa na terça e voltou atrás na quinta!’: Jonatas Rosenbrock expõe contradição e defende a Bíblia na Câmara
Vereador sobe o tom, critica mudança de posicionamento de colega, reafirma orgulho pelos símbolos religiosos e destaca valor histórico da Bíblia

Durante a sessão da Câmara de Vereadores de Indaial, realizada no dia 22 de maio, o vereador Jonatas Rosenbrock pediu uma parte durante o discurso do vereador Valmir Jordani e fez um pronunciamento contundente. Ele abordou a importância da Bíblia, não apenas como símbolo religioso, mas também como um patrimônio histórico e cultural da sociedade brasileira.
“A gente está aqui, vereador, e tem que ter coragem. Se eu falo, eu cumpro. E tem gente que falou uma coisa na terça-feira e voltou atrás hoje nesse plenário.”
Em tom crítico, Jonatas afirmou que respeita a Bíblia em todas as suas versões — católica ou evangélica —, ressaltando que o conteúdo essencial e os princípios bíblicos são os mesmos. Ele também fez questão de reafirmar sua confiança na qualidade técnica dos professores, afirmando que eles têm preparo para tratar do tema com responsabilidade, sem imposições religiosas.
“A Bíblia tem valor religioso, claro, mas também histórico e cultural. E a gente precisa reconhecer isso.”
O vereador também mencionou a presença da cruz no plenário da Câmara, tradicionalmente ligada à Igreja Católica, e disse ter orgulho de lutar para que ela permaneça no espaço público.
“A cruz representa a nossa cultura. A Igreja Católica sofreu muito para preservar a Bíblia. Não importa se é a versão católica ou evangélica — a Bíblia é uma só, com base histórica comprovada.”
Jonatas ainda rebateu críticas feitas num programa de rádio, sobre a autenticidade da Bíblia, negando que o livro sagrado tenha sido manipulado ao longo da história.
“Não venha me dizer que ela foi manipulada por padres e reis, porque não foi. A história comprova a veracidade da Bíblia.”
Ao final, sua fala reforçou o sentimento de preservação dos valores cristãos no espaço público e destacou a importância de manter o respeito à diversidade religiosa, sem abrir mão da identidade cultural brasileira.



