ELEIÇÕES 2026

Caiado nega conversa para ser vice de Zema em 2026

Político afirmou que principal pauta da reunião foi evitar divisões no campo conservador

Caiado nega conversa para ser vice de Zema em 2026
Publicado em 28/05/2026 às 7:20

O ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado, negou nesta quarta-feira (27) que tenha discutido a possibilidade de ser vice do ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, em uma eventual chapa para a eleição presidencial de 2026.

A declaração foi dada após a reunião entre os dois políticos, realizada em São Paulo, gerar especulações sobre uma possível composição eleitoral entre PSD e Novo para a disputa presidencial.

Segundo Caiado, o encontro teve como principal foco a necessidade de união da centro-direita para o segundo turno das eleições presidenciais.

“Não sei da onde foi tirada essa notícia. Realmente, uns dão que eu serei vice dele, outros que ele será meu vice. Então, a conversa não teve esse nível de entendimento”, afirmou em entrevista à Jovem Pan.

O ex-governador também afirmou que, durante a reunião, “ninguém se colocou para fazer parte da chapa de A ou da chapa de B”.

Caiado destacou ainda que a principal preocupação debatida foi evitar divisões dentro do campo conservador durante a disputa eleitoral de 2026.

“Não podemos criar uma situação de inviabilização da centro-direita no segundo turno”, declarou.

Durante a entrevista, o pré-candidato do PSD também ressaltou a importância política do ex-presidente Jair Bolsonaro em uma eventual disputa contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“Temos conhecimento da força, hoje, do ex-presidente Jair Bolsonaro, que é fundamental para nós batermos o Lula”, afirmou Caiado.

Segundo o político goiano, ele e Zema já marcaram uma nova reunião para daqui a dez dias, novamente em São Paulo.

Mais cedo, aliados de Caiado minimizaram as chances de uma chapa conjunta entre os dois políticos no primeiro turno das eleições. Fontes ligadas à pré-campanha do ex-governador afirmaram que a tendência é de manutenção da candidatura própria, deixando uma possível aliança apenas para um eventual segundo turno.

Foto: Solis Propaganda/Divulgação