OPORTUNIDADE
Quer vestir a farda? Santa Catarina abre uma nova porta de entrada na PM
Um modelo inédito de contratação temporária promete reforçar o efetivo em todas as regiões do estado

A Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC) lançou um edital que marca uma nova fase na corporação. Pela primeira vez, a instituição abre um processo seletivo exclusivo para serviço temporário, criando um modelo inédito de contratação voltado ao reforço do efetivo em diferentes regiões do estado.
Ao todo, são 1.465 vagas temporárias, distribuídas entre 12 Comandos Regionais. Os profissionais selecionados poderão atuar tanto nas sedes quanto nos municípios atendidos por cada comando, permitindo uma redistribuição mais estratégica do efetivo conforme a demanda local.
O contrato prevê salário inicial de R$ 8.505, além de auxílio-alimentação de R$ 550. O vínculo é anual, com possibilidade de renovação por até oito anos, totalizando no máximo 96 meses de atuação, de forma contínua ou intercalada.
O processo seletivo seguirá um cronograma definido. A prova objetiva está prevista para o dia 8 de março de 2026 e será aplicada nas sedes regionais, garantindo concorrência regionalizada. Já as demais etapas — como exames médicos, avaliação psicológica, testes físicos e fases administrativas — ocorrerão em Florianópolis, centralizando o processo.
As inscrições começaram em 23 de dezembro de 2025 e seguem até 26 de janeiro de 2026, exclusivamente pelo portal do Idecan, banca organizadora da seleção. A taxa de inscrição é de R$ 120, com possibilidade de pagamento via boleto bancário, PIX ou parcelamento no cartão de crédito.
Entre os requisitos básicos estão ensino superior completo, nacionalidade brasileira, idade entre 18 e 40 anos na data da contratação, Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e altura mínima de 1,55 m para mulheres e 1,60 m para homens, além de outros critérios previstos no edital. Não há reserva de vagas para pessoas com deficiência.
O processo de avaliação inclui prova objetiva, prova de títulos, teste de aptidão física, avaliação psicológica, exames de saúde médico e odontológico, exame toxicológico, investigação social e apresentação de documentos.
Os militares temporários atuarão em atividades de apoio, com atribuições delimitadas. Não há estabilidade nem plano de carreira, e o exercício de funções fora do previsto depende de autorização do Estado ou do Comandante-Geral, conforme estabelece a Lei Complementar 880/25.



